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Mostrando postagens de abril, 2017

Leis Intoleráveis

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“Estávamos todos tranquilizados, aliás, após a rebelião do Boston Tea Party os Ingleses haviam ido embora, sem correções, já havia um ano, até que avistei alguns Jaquetas vermelhas. Apavorei-me no mesmo momento. Meu Deus, esse inferno de novo? Sacaram suas armas, não estavam nem aí para quem estava em sua frente, apenas seguiram atirando." —  dizia Caitrine Snow em um trecho de seu diário pessoal. The Boston Massacre Leia outros parágrafos desta mesma carta: "[...] Após a chacina de ontem tudo mudou, nada era o mesmo, o único assunto que se falava era os grandes avisos ingleses sobre novas leis, na qual apelidamos de intoleráveis. Esse nome não é atoa, parece que tudo que fazem é nós impor impostos e leis. Retornando ao assunto, as leis: a primeira que li era o fechamento do Porto de Boston, o que desfez nosso maior orgulho, o comércio, mais precisamente o comércio triangular. O porto de Boston era o início de tudo, agora estamos perdidos. Já sem consolo, avistei a segu...

A grande queima

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Encontramos um pequeno bloco de notas, era de uma garota, Hanna Jensen, que detalha um momento desesperador em que a menina se vê perdendo a sua família, sem refúgio e com medo de dar sequer um passo: Finalmente, um dia calmo, e tranquilo. Crianças brincando e mulheres sorrindo. Mas eu, particularmente, não vejo um motivo para sorrir depois de tudo que nos aconteceu... Meu pai se foi junto com os outros homens, não sei ao certo o que foram fazer, mas minha mãe disse que foram conquistar algo muito importante! Aquela felicidade foi momentânea; da janela do quarto, vejo um vulto vermelho, parecia uma chama, até que me aproximo da janela, era os Jaquetas vermelhas, e lá estava William Tavington, o soldado inglês mais temido pelas crianças aqui da vila e de outras colônias, dizem que ele é capaz de matar até um recém nascido. Junto dele, outros soldados ingleses a cavalo. Eu sabia que aquele poderia ser o nosso fim... Mas, minha mãe me puxou. Ela estava em pânico, estava fria e tremendo....

Congressos continentais

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Aqui estão alguns relatos de, Lorraine Walter, uma mulher que estava presente no 1° e 2° congresso continental, achados em meio aos destroços de uma enorme guerra: Todas as 13 colônias se uniram para lutar pela nova nação "As 13 colônias estavam unidas, era o que James, meu marido, me dizia. Cada representante de uma das colônias iria para Filadélfia para falar sobre a guerra. No início, eu tive medo de uma guerra, mas não queríamos viver mais uma vida influenciada pela Inglaterra. Éramos a América. Um país livre. [...]" "Quando chegamos ao congresso, tudo estava um caos, pessoas discutindo e reclamando. Elas também estavam com medo do que a Inglaterra poderia fazer conosco. Com razão, mas não entendiam como nossa vida seria melhor sem aquela opressão que estávamos vivendo ultimamente. No final, tivemos 28 votos contra 12. Aquele era o início de um novo tempo. Tempos difíceis. Tempos de guerra. Uma guerra que antecederia nossa liberdade. [...] "[...] No 2°...

Leis anticoloniais

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Após o acordo de paz entre Inglaterra e França, decidiram nos prejudicar. Não tínhamos nenhuma relação com esta maldita guerra, porém sofremos fortes consequências. O país perdeu muito dinheiro e nós perdemos nossa liberdade. As notícias, que se espalham com tanta facilidade, chegaram até nós: a elite Inglesa criou duas novas leis nos últimos anos e as pessoas estão dizendo que era simplesmente para explorar-nos e ter poder sobre nosso dinheiro. As leis são: lei do açúcar, em que todo o açúcar que chegasse para nossas colônias teria que ser pago Impostos para Inglaterra pelos mesmos e a lei do selo, na qual todo papel que usássemos para assinar contratos deveria ser papel Inglês, ou seja, teríamos que comprar o papel sendo que tínhamos nosso próprio! Isso é um absurdo. Essas leis são extremamente inúteis, ao nosso ver, e, infelizmente, não podemos mudá-las nem ao menos recusá-las. Porém eles ainda não estavam satisfeitos, criaram uma terceira lei, a lei do chá. É a mais inacei...